O que fazer em Bruxelas
Comece pela Grand-Place, a praça medieval de fachadas douradas que a UNESCO considera uma das mais belas da Europa, cercada pelas casas das corporações e pela gótica Câmara Municipal. A poucos passos, as multidões reúnem-se para ver o Manneken Pis, a pequena fonte de bronze que se tornou a travessa mascote da cidade, vestida a rigor várias vezes por mês.
Apanhe o metro (ou caminhe cerca de 40 minutos) até ao Atomium, a enorme estrutura em aço inoxidável que representa um cristal de ferro, construída para a Expo de 1958, com um miradouro e exposições dentro das suas esferas. De volta ao centro, passeie pelo Bairro Real para ver o Palácio Real e o Museu Magritte, e siga a rota da banda desenhada pintada em dezenas de fachadas — uma homenagem a Bruxelas como berço do Tintim.
Bairros e onde comer
Saint-Géry, local do antigo porto medieval, é hoje o bairro mais animado para copos e brunch, enquanto o elegante Sablon junta antiquários a algumas das melhores chocolatarias da cidade. Marolles, o antigo bairro operário, mantém o seu carácter genuíno em torno do mercado de pulgas diário na Place du Jeu de Balle, e o Bairro Europeu, à volta de Schuman, enche-se de funcionários da UE de dia mas esvazia-se à noite.
Comer em Bruxelas é render-se aos clássicos: uma panela fumegante de moules-frites (mexilhões com batatas fritas), um cartucho de frites estaladiças com maionese numa frituur de rua, e um waffle belga comido quente, acabado de sair da chapa. Guarde espaço para o chocolate de uma das inúmeras chocolatarias, e acompanhe o jantar com uma cerveja belga — o país produz centenas de estilos, de loiras leves a trapistas escuras.
Como se locomover e melhor época
O centro de Bruxelas é compacto e faz-se a pé, com a maioria dos pontos principais a menos de 20 minutos da Grand-Place, mas a rede integrada de metro, elétrico e autocarro da STIB/MIVB cobre o resto com um único bilhete — útil para chegar ao Atomium ou ao Bairro Europeu. Um passe de um ou vários dias compensa se for explorar os bairros mais afastados.
As melhores alturas para visitar são a primavera (abril–maio) e o início do outono (setembro–outubro), com temperaturas amenas e os parques no seu melhor, embora o clima de Bruxelas seja famoso pela sua instabilidade — leve um casaco de chuva leve seja qual for a estação. Os free tours funcionam o ano todo, com chuva ou sol, por isso não deixe que um céu cinzento o afaste dos paralelepípedos.