Havana, Cuba

Havana

Cuba · 5 free tours

4.7 de média · 3,338 avaliações

Havana recompensa quem a percorre devagar como poucas capitais do Caribe: fachadas coloniais desbotadas pelo sol, quatro praças históricas ligadas por ruas estreitas e o Malecón se estendendo por quilômetros à beira-mar. Fundada pelos espanhóis em 1519, o centro histórico — Habana Vieja — foi declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1982 pela densidade de sua arquitetura barroca e neoclássica, restaurada quarteirão a quarteirão.

Comece pelo roteiro clássico entre a Plaza de la Catedral, a Plaza Vieja, a Plaza de Armas e a Plaza de San Francisco, depois avance por Centro Habana, onde a vida cotidiana transborda para a rua e os murais do Callejón de Hamel celebram a cultura afrocubana. Os guias locais vão indicar o rum, os charutos e o son cubano ao vivo que deram o ritmo a esta cidade — e os bares onde Hemingway costumava beber.

Free tours em Havana

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O que fazer em Havana

Habana Vieja se organiza ao redor de quatro praças coloniais, e caminhar entre elas é o primeiro dia essencial na cidade: a Plaza de la Catedral, emoldurada pela catedral barroca; a Plaza Vieja, cercada por casarões com arcadas restaurados; a Plaza de Armas, antiga sede do poder espanhol; e a Plaza de San Francisco, junto ao porto. Dali, a cúpula do Capitólio (El Capitolio) e o arborizado Paseo del Prado ligam o centro histórico a Centro Habana.

Suba num conversível dos anos 1950 para percorrer o Malecón, a orla que se estende por quilômetros entre Habana Vieja e o Vedado, de preferência ao pôr do sol, quando os moradores se reúnem para pescar, conversar e ver as ondas quebrarem no muro. Reserve uma noite para son cubano ao vivo e um copo de rum, e passe pelos murais afrocubanos do Callejón de Hamel — além dos bares que Hemingway frequentava, La Bodeguita del Medio e El Floridita, para um mojito ou um daiquiri com um extra de história literária.

Bairros e onde comer

Habana Vieja é o núcleo restaurado, tombado como Patrimônio Mundial pela UNESCO: praças com arcadas, casarões coloniais transformados em museus e as ruas mais turísticas. Centro Habana, logo a oeste do centro histórico, é mais bruta e residencial, com o histórico Barrio Chino (bairro chinês). Mais adiante, o Vedado troca os paralelepípedos por largas avenidas do século 20, prédios da universidade e o imponente Hotel Nacional de frente para o mar.

A melhor cozinha cubana hoje está nos paladares, restaurantes particulares que preenchem as lacunas deixadas pela rede estatal — procure ropa vieja (carne desfiada), moros y cristianos (arroz com feijão preto) e peixe fresco. De sobremesa, entre na fila da Coppelia, a sorveteria histórica do Vedado, e feche a noite com um mojito, um Cuba libre ou uma dose de rum envelhecido.

Como se locomover e melhor época para ir

Habana Vieja é compacta e majoritariamente para pedestres, então a maior parte do passeio é feita a pé; para trajetos mais longos, pegue um almendrón (um táxi coletivo em carro clássico que segue rotas fixas por poucos pesos) ou um cocotaxi de três rodas. Cartões estrangeiros raramente funcionam em Cuba, então leve dinheiro em espécie — euro e dólar são os mais fáceis de trocar nos escritórios oficiais da CADECA ou nas recepções dos hotéis.

Os melhores meses para viajar são de novembro a abril, a estação seca, com temperaturas quentes mas suportáveis e menos umidade. De junho a novembro é a temporada de furacões no Caribe, com maior risco entre agosto e outubro; de dezembro a março também é o período mais concorrido e caro, então reserve tours e hospedagem com antecedência se for viajar nessa época.

Bom saber antes de ir

  • Leve dinheiro em espécie para a viagem toda: cartões de débito e crédito estrangeiros, incluindo Visa e Mastercard, geralmente não funcionam em Cuba, então reserve euros ou dólares para trocar e gastar no dia a dia.
  • As ruas coloniais de Havana têm paralelepípedos e o sol do meio-dia é forte; use calçado confortável de verdade e leve água, principalmente se combinar um tour a pé com o passeio de bicicleta pelo Malecón.
  • Dê a gorjeta ao guia em dinheiro: euros, dólares ou pesos cubanos funcionam. A maioria dos viajantes deixa o equivalente a 10–20 € por pessoa, mas o valor é totalmente seu, de acordo com quanto achar que valeu o tour.

Perguntas frequentes

Os free tours em Havana são mesmo gratuitos?

Sim. Não há bilhete nem pagamento antecipado: você reserva o lugar, aparece e aproveita o tour. No final, dá ao guia a gorjeta em dinheiro (euros, dólares ou pesos cubanos) que achar que a experiência valeu. A maioria dos viajantes deixa o equivalente a 10–20 € por pessoa, mas o valor é totalmente seu.

Onde costumam começar os free tours em Havana?

A maioria dos tours por Habana Vieja parte de perto das praças históricas, como a Plaza 13 de Marzo, ao lado do Capitólio, ou o Parque Central. O ponto de encontro exato é sempre confirmado na página de cada tour e na confirmação da reserva.

Preciso reservar com antecedência?

Reservar é grátis e muito recomendado: os grupos têm vagas limitadas para o tour continuar pessoal, e os horários mais procurados esgotam rápido, principalmente na alta temporada. Você pode cancelar a qualquer momento, sem custo.