Quito, Equador

Quito

Equador · 4 free tours

4.7 de média · 884 avaliações

O Centro Histórico de Quito é considerado o centro colonial mais bem preservado de toda a América, e em 1978 se tornou, ao lado de Cracóvia, uma das duas primeiras cidades do mundo declaradas Patrimônio Mundial pela UNESCO. Um free tour é a melhor forma de conhecê-lo: a Plaza Grande, coração político do Equador cercada pelo Palácio de Carondelet e pela Catedral; o interior coberto de folha de ouro da igreja de La Compañía de Jesús; o enorme conjunto da igreja e convento de San Francisco, iniciado poucas semanas após a fundação da cidade; e a calçada de pedras da rua La Ronda, antigo bairro de artesãos onde viveram violeiros e trovadores.

Tudo isso se desenrola a cerca de 2.850 metros acima do nível do mar, o que faz de Quito a capital oficial mais alta do mundo — reserve um primeiro dia mais tranquilo enquanto o corpo se adapta. Para a vista que dá sentido a tudo, suba até o Panecillo, a colina coroada pela Virgem alada de Quito, ou pegue o TelefériQo, que sobe parte das encostas do vulcão Pichincha. Meia hora ao norte, o monumento da Mitad del Mundo marca a linha equatorial que dá nome ao país, e a comida — locro de papa, encebollado, ceviche à moda equatoriana — já é motivo suficiente para ficar mais alguns dias.

Free tours em Quito

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O que fazer em Quito

Comece pelo Centro Histórico, o centro colonial mais bem preservado de toda a América e, desde 1978, um dos dois primeiros lugares do mundo declarados Patrimônio Mundial pela UNESCO. Organize a visita em torno da Plaza Grande, cercada pelo Palácio de Carondelet e pela Catedral, da explosão de folha de ouro dentro de La Compañía de Jesús, e do enorme conjunto da igreja e convento de San Francisco — depois caminhe pela calçada de pedras da La Ronda, antigo refúgio dos músicos e violeiros da cidade.

Suba — ou pegue um táxi — até o Panecillo para a vista do alto do morro coroado pela Virgem alada de Quito, e ande no TelefériQo, que sobe parte do vulcão Pichincha, para um panorama mais amplo e uma queda de temperatura e tanto. Reserve meio dia para a Mitad del Mundo, o monumento equatorial cerca de 30 minutos ao norte do centro, onde dá para pisar na linha que dá nome ao Equador.

Bairros e onde comer

O Centro Histórico é onde a história vive, mas a energia da Quito moderna está mais ao norte: La Mariscal mistura hostels, bares e restaurantes que abrem até tarde, enquanto La Floresta e o vilarejo pendurado de Guápulo, abaixo da cidade a caminho do vale, atraem um público mais tranquilo e boêmio, entre cafés e galerias.

Coma como um quitenho: comece o dia com um locro de papa, uma sopa grossa de batata e queijo geralmente coberta com abacate, e experimente o encebollado, um ensopado de peixe, cebola e mandioca que muita gente come como remédio para ressaca. O ceviche à moda equatoriana vem num caldo à base de tomate, acompanhado de pipoca ou chifles em vez do toque cítrico da versão peruana, e um canelazo quente — canela, aguardente de cana e fruta — é o jeito clássico de esquentar assim que o sol se põe.

Como se locomover e melhor época para visitar

Quito é comprida e estreita, encaixada entre montanhas, então as distâncias entre o Centro Histórico e o norte moderno podem ser maiores do que parecem no mapa — táxis e aplicativos de transporte são baratos e, disparado, a forma mais fácil de percorrê-las, e a linha de metrô e o corredor do Trolebús ajudam no eixo principal norte-sul. Fique em ruas movimentadas no centro histórico depois que escurece, e deixe que sua hospedagem ou guia indique quais áreas evitar à noite.

A posição equatorial de Quito faz com que as temperaturas quase não mudem ao longo do ano — é a altitude que decide o seu dia, com sol quente no fim da manhã e um frio de verdade depois do pôr do sol. Os períodos mais secos e ensolarados vão de junho a setembro e novamente entre dezembro e janeiro; o resto do ano traz mais chuva, geralmente em pancadas curtas à tarde, e não chuva o dia inteiro. Seja qual for a estação, leve roupas em camadas e uma capa de chuva, e reserve um dia inteiro para se adaptar à altitude antes de qualquer caminhada mais puxada.

Bom saber antes de ir

  • Quito fica a cerca de 2.850 metros de altitude. Vá com calma no primeiro dia, beba bastante água e modere no álcool até se adaptar — e use protetor solar mesmo quando estiver fresco, porque o sol equatorial bate mais forte do que parece nessa altitude.
  • O clima do Centro Histórico pode passar de sol forte a um temporal repentino na mesma tarde, em qualquer época do ano — leve uma capa de chuva leve em vez de confiar na previsão.
  • A moeda oficial do Equador é o dólar americano, então não há câmbio para se preocupar — guarde espaço para clássicos locais como o locro de papa, o encebollado e o ceviche equatoriano entre uma parada e outra.
Além dos free tours

Aproveite Quito ao máximo

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Descanse essas pernas

Onde ficar em Quito

Estadias bem avaliadas do nosso parceiro Agoda. Preços indicativos para quarto duplo, carregados ao vivo — suas datas podem variar.

Perguntas frequentes

Os free tours em Quito são mesmo gratuitos?

Sim. Não há bilhete nem pagamento antecipado: reserva o lugar, aparece e aproveita o tour. No final, dá ao guia a gorjeta que achar que a experiência valeu. A maioria dos viajantes deixa o equivalente a 10–20 € por pessoa, mas o valor é inteiramente seu.

Onde costumam começar os free tours em Quito?

Depende do tour: o passeio clássico pelo Centro Histórico sai do Parque de la Alameda, o tour de compras começa no Parque García Moreno e o tour gastronômico começa no Mercado Santa Clara. O ponto de encontro exato é sempre confirmado na página de cada tour e na confirmação da reserva.

Preciso reservar com antecedência?

Reservar é grátis e muito recomendado: os grupos têm vagas limitadas para o tour continuar pessoal, e os horários mais procurados esgotam rápido, principalmente na alta temporada. Você pode cancelar a qualquer momento, sem custo.