Dublin, Irlanda

Dublin

Irlanda · 2 free tours

4.8 de média · 35,358 avaliações

Dublin concentra uma história enorme num centro compacto, perfeito para explorar a pé. Os vikings fundaram ali um posto de comércio às margens do rio Liffey; séculos de domínio inglês deixaram as praças georgianas e os grandes prédios públicos de Merrion Square e do Castelo de Dublin; e uma nação pequena, de poucos milhões de habitantes, deu ao mundo Jonathan Swift, Oscar Wilde, Bram Stoker, James Joyce e Samuel Beckett — peso literário suficiente para a UNESCO nomear Dublin Cidade da Literatura. Um free tour a pé é a forma mais rápida de conectar tudo isso, dos pátios de pedra do Trinity College, onde fica guardado o iluminado manuscrito medieval do Book of Kells, até as portas georgianas mais tranquilas, a poucas quadras dali.

A maioria dos tours sai de The Spire, na O'Connell Street, a larga avenida onde os Correios Gerais (General Post Office) ainda guardam marcas de bala do Levante da Páscoa de 1916. Dali, os guias seguem para o sul, atravessando o Liffey rumo ao emaranhado de ruas de paralelepípedos ao redor de Temple Bar e do Castelo de Dublin, ou para o norte, rumo à Dublin georgiana e aos bairros que raramente aparecem em cartões-postais. Os dois roteiros terminam do mesmo jeito, como deve ser: com uma pint decente, de preferência uma Guinness tirada devagar num bar pertinho de St James's Gate, onde ela é produzida desde 1759.

Free tours em Dublin

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O que fazer em Dublin

Comece pelo Trinity College, a universidade mais antiga da Irlanda, e entre na Old Library para ver o Book of Kells, um manuscrito evangélico iluminado de cerca do ano 800, guardado no imponente Long Room, com seu teto em arco. Dez minutos a pé levam até o Castelo de Dublin, sede da administração britânica na Irlanda por mais de 700 anos, e às ruas medievais ao redor dele, que desembocam direto em Temple Bar, o bairro cultural de paralelepípedos que de dia é área de galerias e à noite vira a vida noturna mais barulhenta da cidade.

Suba ao campanário ou apenas caminhe pelo cemitério da Catedral de São Patrício, a maior igreja da Irlanda, que já teve Jonathan Swift como reitor, e depois atravesse a cidade para viver a experiência completa da Guinness Storehouse, em St James's Gate, onde o tour termina com uma pint no Gravity Bar, no topo do prédio, com vista para a cidade inteira. Reserve uma hora para a Grafton Street, a rua de compras exclusiva para pedestres em Dublin, e seus músicos de rua, antes de encontrar os locais para uma pint como manda o figurino.

Bairros e onde comer

A cidade se divide claramente ao longo do rio Liffey. Ao sul, Temple Bar e as ruas ao redor da Grafton Street concentram a maior parte dos restaurantes, lojas e pubs voltados para turistas, enquanto praças georgianas mais tranquilas, como Merrion e Fitzwilliam, ficam a poucos quarteirões dali. Ao norte do rio, a O'Connell Street e a área ao redor dos Correios Gerais guardam a história política da cidade e uma energia mais local, menos arrumada para turista.

Coma onde os próprios dublinenses comem: um café da manhã irlandês tradicional num café sem frescura, fish and chips de uma boa chipper, e um ensopado irlandês (stew) ou um coddle na cozinha de um pub antigo. Para sair à noite, evite os pubs que tocam música tradicional gravada para turistas e pergunte ao guia onde está rolando a session de verdade naquela noite — geralmente numa sala pequena e sem placa, com violino, algumas pints e sem cobrança de entrada.

Como se locomover e melhor época para visitar

O centro de Dublin é compacto e dá para explorar quase tudo a pé — a maioria dos pontos turísticos fica a vinte minutos de distância um do outro, andando. O bondinho Luas cobre as bordas do centro e a área portuária, os ônibus urbanos chegam mais longe, e o trem suburbano DART é o jeito mais simples de fazer um bate-volta até o litoral, em Howth ou Dún Laoghaire. O cartão Leap Card cobre bondinho, ônibus e DART numa única recarga.

Os melhores meses para visitar são maio, junho e setembro: dias longos, o clima mais ameno que Dublin oferece, e um pouco menos gente do que no pico de julho e agosto. A chuva é possível o ano todo, em qualquer estação, então os free tours acontecem de qualquer jeito — leve uma camada impermeável leve e você vai se misturar perfeitamente com os locais.

Bom saber antes de ir

  • O clima de Dublin muda de hora em hora, então os free tours acontecem com chuva ou sol — vale mais levar uma jaqueta de chuva leve do que um guarda-chuva, que o vento vai virar do avesso de qualquer jeito.
  • Reserve com antecedência os ingressos com horário marcado para o Book of Kells no Trinity College e para a Guinness Storehouse; os dois esgotam com frequência, principalmente no verão.
  • Na maioria dos pubs de Dublin não existe garçom de mesa: você pede e paga no balcão, e se alguém pagar uma rodada, o certo é retribuir na rodada seguinte.
Além dos free tours

Aproveite Dublin ao máximo

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Descanse essas pernas

Onde ficar em Dublin

Estadias bem avaliadas do nosso parceiro Agoda. Preços indicativos para quarto duplo, carregados ao vivo — suas datas podem variar.

Perguntas frequentes

Os free tours em Dublin são mesmo gratuitos?

Sim. Não há ingresso nem pagamento antecipado: você reserva o lugar, aparece e aproveita o tour. No final, você dá ao guia a gorjeta que achar que a experiência valeu. A maioria dos viajantes deixa o equivalente a 10–20 € por pessoa, mas o valor é totalmente seu.

Onde costumam começar os free tours em Dublin?

A maioria dos tours começa em The Spire, o monumento alto de aço na O'Connell Street, a poucos passos da parada do bondinho Luas e das principais linhas de ônibus de Dublin. O ponto de encontro exato é sempre confirmado na página de cada tour e na confirmação da reserva.

Preciso reservar com antecedência?

Reservar é grátis e muito recomendado: os grupos têm vagas limitadas para o tour continuar pessoal, e os horários mais procurados esgotam rápido, principalmente na alta temporada. Você pode cancelar quando quiser, sem custo.